Quem sou eu

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SOU BRASILEIRA, SENSÍVEL E UMA PESSOA DE MUITA FÉ. (Sincronismo) Você pode bailar... Mover seu corpo em aspirais, Se transformar... Ser como o vento, Alastrar seu encanto, Sem danificar seu corpo. Você pode voar... Através dos teus sonhos, Levedar pelo ar. Como um pássaro viajar, Sem sair do lugar. Você pode bailar... Ouvindo o som do seu próprio canto, (Ou ser como o tordo dos remedos), Imitando outros cantos. Você pode sincronizar teus passos Ao encontro dos teus anseios... (Cada um tem seus próprios meios). Você pode decolar com passos leves, Saltitando... A felicidade é o teu chão, Teu cérulo palco de luz! Mesmo que não haja nenhum som... É possível malear a aflição, Basta querer sorrir... Mesmo que a vida lhe diga não. A verdadeira bailarina nunca desanima, Somente troca as sapatilhas.

domingo, 12 de junho de 2011

O Retrato

O retrato







O retrato pedindo água...


Na estática Constancia da morte...


Sobre as grades de um horizonte,


Perdido numa janela falsa.


Pede-me ajuda,


Um flerte, uma palavra...


Mas, triste se retrai, se castiga.


Mostrando um riso doente,


Olha-me,


Pede-me,


Consola-me.


Às vezes, só eu e ele, e as horas...


Que não se comove ao ver em minha face,


Mais uma ruga que nasce.


No silêncio de quem já não está livre


Ouço uma súplica,


Mas não entendo sua língua...


Em foco,


Somente uma lembrança sobrevive:


Do ontem, que era par,


Do hoje, que agora é impar.

Ao Meu Amor.

Poema







Se eu passar em sua rua...


Apressada e nua...


Vestida de amor e perfumada...


Com tua sombra...


Não me chame de louca...


Nem de bandida...


Se eu passar em sua rua...


Calçada de palavras cruas...


Sem gosto e temperada com a solidão...


Ouça apenas o meu coração...


Embrulhado num sorriso...


Pedindo-lhe abrigo...


Perdido no som de tua voz...


Perdido... Em sua direção...


Apenas abrace-me com tua essência...


E permita-me repousar em tua boca...


Num beijo tímido de ternura.


Poesia Marisa ZPS