Quem sou eu

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SOU BRASILEIRA, SENSÍVEL E UMA PESSOA DE MUITA FÉ. (Sincronismo) Você pode bailar... Mover seu corpo em aspirais, Se transformar... Ser como o vento, Alastrar seu encanto, Sem danificar seu corpo. Você pode voar... Através dos teus sonhos, Levedar pelo ar. Como um pássaro viajar, Sem sair do lugar. Você pode bailar... Ouvindo o som do seu próprio canto, (Ou ser como o tordo dos remedos), Imitando outros cantos. Você pode sincronizar teus passos Ao encontro dos teus anseios... (Cada um tem seus próprios meios). Você pode decolar com passos leves, Saltitando... A felicidade é o teu chão, Teu cérulo palco de luz! Mesmo que não haja nenhum som... É possível malear a aflição, Basta querer sorrir... Mesmo que a vida lhe diga não. A verdadeira bailarina nunca desanima, Somente troca as sapatilhas.

Minhas Poesias Escolhidas.

Ambição em cela







Onde anda meu sonho perdido?


Alçou asas e se fez esquecido,


Abrigou-se em ares estranhos,


Envolto em teus olhos castanhos...


Naufragou me deixando enfermo.






Sopro de luz... Silêncio das feras...


É meu grito na sombra das esperas


Do tédio e da inquietação.


Fumaça de um amor, agora em brasas...


De chama ardente, descrenças plagas,


Palpitar de um lânguido coração.






Imigrante em terra estranha... Herói...


Seu destemido silêncio dói...


Na real avalanche sobrevinda.


Frio constante de uma alma nua,


Solo pesquisado, mas vazia lua...


Cenário a esmo de ilusões infindas.






Foi loucura!... Foi doçura!...


Densas trevas... Noite escura...


Ou riso direcionado ao abismo?


Gotas de absinto, bálsamo veneno,


Embriaguei-me naqueles olhos serenos...


Meu sonho levou-me ao egoísmo!






De se fazer cativo, e se tornar submisso,


De roubar-lhe o equilíbrio e se fazer omisso...


Na correnteza do vento.


Onde anda meu sonho perdido?


Alçou asas e se fez esquecido,


A uma atitude sua atento.






E agora em lento passo...


Os meus próprios limites ultrapassam,


Desconhecendo o próprio compasso do amor.


Larga e espaçosa agonia...


Pequena e estreita fantasia...


Da solidão me tornei senhor!






E sangrando por teu nome chamo,


Curando-me em teus olhos clamo,


Pelo desespero de um horizonte novo.


Sorrir! Por desvendar teus infinitos...


Ser o Dono destes olhos bonitos...


Do teu entusiasmo o renovo.






Morrer e ressuscitar num grito,


Chorar e gargalhar ao infinito;


_achei meu sonho perdido!!!


Maduro... Mas nunca vencido...


Encontrei-me e me sinto vivo!


Heróico e enfim querido.


Poesia Marisa ZPS *Direitos Reservados