Vou amando... Vou vivendo... Vou sonhando... Vou esquecendo... Vou morrendo... Vou acordando... Escrevendo a linha dos meus sonhos... Na bainha da saia da alegria... Nos botões da camisa da poesia... Não me furem a língua, não me arranquem os olhos, não me calem os ouvidos... Porque Amo... Porque reclamo... Porque declamo... Minha fúria... Minha calma... No divã dos versos... No cálice da alma... E na música das minhas veias... Que arpeja... A voz de Deus em mim!"
Quem sou eu
- Marisa ZPS Poesias e versos
- SOU BRASILEIRA, SENSÍVEL E UMA PESSOA DE MUITA FÉ. (Sincronismo) Você pode bailar... Mover seu corpo em aspirais, Se transformar... Ser como o vento, Alastrar seu encanto, Sem danificar seu corpo. Você pode voar... Através dos teus sonhos, Levedar pelo ar. Como um pássaro viajar, Sem sair do lugar. Você pode bailar... Ouvindo o som do seu próprio canto, (Ou ser como o tordo dos remedos), Imitando outros cantos. Você pode sincronizar teus passos Ao encontro dos teus anseios... (Cada um tem seus próprios meios). Você pode decolar com passos leves, Saltitando... A felicidade é o teu chão, Teu cérulo palco de luz! Mesmo que não haja nenhum som... É possível malear a aflição, Basta querer sorrir... Mesmo que a vida lhe diga não. A verdadeira bailarina nunca desanima, Somente troca as sapatilhas.
sábado, 21 de agosto de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
REFLEXÃO E POESIA
EXTINÇÃO
Hoje é difícil sentar por alguns minutos
Olhar para\o céu, relembrar que ele é azul...
Colher uma flor, sentir seu aroma
Hoje parece que o amanhecer tem pressa de anoitecer
As respirações transluzem rapidez
Os corações pulsam ambições
O canto dos pássaros se tornou parte da rotina
Não se observam mais as cores dos canários
E nos olhos, apenas o reflexo da glória...
Dorme o amor ao lado do ódio...
E nas faces, o despertar da procura
Onde se refugiou a humildade...
Talvez embaixo da liberdade das aves...
Hoje, é difícil crer que a natureza sustenta a vida
Pois nossas mãos atrevidas, á fere, á aniquila...
Quem se propõe a ser poeta,
Quem se submete a amar a vida...
Olhar para o céu e adotar uma ave...
Olhar para a terra e adotar uma fera ferida...
Nas faces, gargalhadas transbordam estafas,
Quem se prontifica a se alimentar de fé...
Buscar em Deus a cura,
Plantar a flor do amor nas avenidas...
Pausar para aprender com o horizonte
A ser insaciável e constante...
Despir-se do invólucro cego das histerias
Para inclinar o ouvido para escutar
O que a morte não pode falar...
O amanhã será o resultado do hoje,
Será a capacidade do jovem que envelheceu...
Somos os elos da corrente...
A espécie que ainda sobreviveu...
Poesia Marisa ZPS
Hoje é difícil sentar por alguns minutos
Olhar para\o céu, relembrar que ele é azul...
Colher uma flor, sentir seu aroma
Hoje parece que o amanhecer tem pressa de anoitecer
As respirações transluzem rapidez
Os corações pulsam ambições
O canto dos pássaros se tornou parte da rotina
Não se observam mais as cores dos canários
E nos olhos, apenas o reflexo da glória...
Dorme o amor ao lado do ódio...
E nas faces, o despertar da procura
Onde se refugiou a humildade...
Talvez embaixo da liberdade das aves...
Hoje, é difícil crer que a natureza sustenta a vida
Pois nossas mãos atrevidas, á fere, á aniquila...
Quem se propõe a ser poeta,
Quem se submete a amar a vida...
Olhar para o céu e adotar uma ave...
Olhar para a terra e adotar uma fera ferida...
Nas faces, gargalhadas transbordam estafas,
Quem se prontifica a se alimentar de fé...
Buscar em Deus a cura,
Plantar a flor do amor nas avenidas...
Pausar para aprender com o horizonte
A ser insaciável e constante...
Despir-se do invólucro cego das histerias
Para inclinar o ouvido para escutar
O que a morte não pode falar...
O amanhã será o resultado do hoje,
Será a capacidade do jovem que envelheceu...
Somos os elos da corrente...
A espécie que ainda sobreviveu...
Poesia Marisa ZPS
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