Quem sou eu

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SOU BRASILEIRA, SENSÍVEL E UMA PESSOA DE MUITA FÉ. (Sincronismo) Você pode bailar... Mover seu corpo em aspirais, Se transformar... Ser como o vento, Alastrar seu encanto, Sem danificar seu corpo. Você pode voar... Através dos teus sonhos, Levedar pelo ar. Como um pássaro viajar, Sem sair do lugar. Você pode bailar... Ouvindo o som do seu próprio canto, (Ou ser como o tordo dos remedos), Imitando outros cantos. Você pode sincronizar teus passos Ao encontro dos teus anseios... (Cada um tem seus próprios meios). Você pode decolar com passos leves, Saltitando... A felicidade é o teu chão, Teu cérulo palco de luz! Mesmo que não haja nenhum som... É possível malear a aflição, Basta querer sorrir... Mesmo que a vida lhe diga não. A verdadeira bailarina nunca desanima, Somente troca as sapatilhas.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

CORRENTEZAS

CORRENTEZAS







Há em mim raízes


Arraigadas...


Rios que ainda desconheço,


Fluindo em busca de horizontes...


Oscilando sonhos loucos.


Transbordando minhas energias,


Gotejando assim...


Banhando minhas fantasias.


Há em mim um a imensa saudade,


A nutrir minha espera que não cessa,


Onde deságua águas salgadas,


Pois meus olhos são oceanos d’água.


Há em mim cisternas permanentes,


Obscuro e luminosidade...


Tempestade quando tua ausência é farta...


Bonança quando teus olhos me alcançam


Há em mim uma motivação,


Que me faz fluir a você,


Rios que desconheço


Correntezas que não consigo deter.


Poesia: Marisa ZPS.


*Direitos Reservados.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

PROCURA

Procura







De um riso nasce a flor


A nobre essência da vida


O estado fértil da seiva


Da lógica da luz sentida


No solo vermelho da terra


Que cultua a alma aflita


Onde estás, onde te escondes,


Voz da intima saliva...


Que borbulha a cera virgem


Do casulo que responde


A flórea rítmica...


Ouço o coro do silencio


Gotejando o verso trêmulo


Salivando o sentimento


Um amor envelhecido...


Diante do espelho


Paro no tempo, fico ileso


Num encontro largo e breve


Nas sombras dum segredo


Que faísca o que preciso...


O simples e o composto...


O sumo leve do momento


Abre se o botão do encontro...


Do achado e do perdido...


Arregalo os olhos do contentamento


Pouso em tua presença de fogo...


Sem queimar minha língua


Saboreio teu riso...


E fatigada descanso.


Poesia Marisa ZPS