CORRENTEZAS
Há em mim raízes
Arraigadas...
Rios que ainda desconheço,
Fluindo em busca de horizontes...
Oscilando sonhos loucos.
Transbordando minhas energias,
Gotejando assim...
Banhando minhas fantasias.
Há em mim um a imensa saudade,
A nutrir minha espera que não cessa,
Onde deságua águas salgadas,
Pois meus olhos são oceanos d’água.
Há em mim cisternas permanentes,
Obscuro e luminosidade...
Tempestade quando tua ausência é farta...
Bonança quando teus olhos me alcançam
Há em mim uma motivação,
Que me faz fluir a você,
Rios que desconheço
Correntezas que não consigo deter.
Poesia: Marisa ZPS.
*Direitos Reservados.
Vou amando... Vou vivendo... Vou sonhando... Vou esquecendo... Vou morrendo... Vou acordando... Escrevendo a linha dos meus sonhos... Na bainha da saia da alegria... Nos botões da camisa da poesia... Não me furem a língua, não me arranquem os olhos, não me calem os ouvidos... Porque Amo... Porque reclamo... Porque declamo... Minha fúria... Minha calma... No divã dos versos... No cálice da alma... E na música das minhas veias... Que arpeja... A voz de Deus em mim!"
Quem sou eu
- Marisa ZPS Poesias e versos
- SOU BRASILEIRA, SENSÍVEL E UMA PESSOA DE MUITA FÉ. (Sincronismo) Você pode bailar... Mover seu corpo em aspirais, Se transformar... Ser como o vento, Alastrar seu encanto, Sem danificar seu corpo. Você pode voar... Através dos teus sonhos, Levedar pelo ar. Como um pássaro viajar, Sem sair do lugar. Você pode bailar... Ouvindo o som do seu próprio canto, (Ou ser como o tordo dos remedos), Imitando outros cantos. Você pode sincronizar teus passos Ao encontro dos teus anseios... (Cada um tem seus próprios meios). Você pode decolar com passos leves, Saltitando... A felicidade é o teu chão, Teu cérulo palco de luz! Mesmo que não haja nenhum som... É possível malear a aflição, Basta querer sorrir... Mesmo que a vida lhe diga não. A verdadeira bailarina nunca desanima, Somente troca as sapatilhas.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
PROCURA
Procura
De um riso nasce a flor
A nobre essência da vida
O estado fértil da seiva
Da lógica da luz sentida
No solo vermelho da terra
Que cultua a alma aflita
Onde estás, onde te escondes,
Voz da intima saliva...
Que borbulha a cera virgem
Do casulo que responde
A flórea rítmica...
Ouço o coro do silencio
Gotejando o verso trêmulo
Salivando o sentimento
Um amor envelhecido...
Diante do espelho
Paro no tempo, fico ileso
Num encontro largo e breve
Nas sombras dum segredo
Que faísca o que preciso...
O simples e o composto...
O sumo leve do momento
Abre se o botão do encontro...
Do achado e do perdido...
Arregalo os olhos do contentamento
Pouso em tua presença de fogo...
Sem queimar minha língua
Saboreio teu riso...
E fatigada descanso.
Poesia Marisa ZPS
De um riso nasce a flor
A nobre essência da vida
O estado fértil da seiva
Da lógica da luz sentida
No solo vermelho da terra
Que cultua a alma aflita
Onde estás, onde te escondes,
Voz da intima saliva...
Que borbulha a cera virgem
Do casulo que responde
A flórea rítmica...
Ouço o coro do silencio
Gotejando o verso trêmulo
Salivando o sentimento
Um amor envelhecido...
Diante do espelho
Paro no tempo, fico ileso
Num encontro largo e breve
Nas sombras dum segredo
Que faísca o que preciso...
O simples e o composto...
O sumo leve do momento
Abre se o botão do encontro...
Do achado e do perdido...
Arregalo os olhos do contentamento
Pouso em tua presença de fogo...
Sem queimar minha língua
Saboreio teu riso...
E fatigada descanso.
Poesia Marisa ZPS
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
AURORA
Aurora
Aonde vai minha aurora...
De asas e mandíbulas novas,
Num riso complexo e preciso...
No fulgor de um orvalho que chora?
Aonde estende teu manto,
Teu álacre vestígio de luz
De braços abertos e constantes
Num novo raio seduz...
Na doçura de um olhar de encanto
Expulsando o perfume das flores...
No hálito puro das manhãs
No berço da terra nômade...
Que galopa na poeira rasante,
Das folhas secas e mutantes...
Gorjeia minha voz mirante...
Brami meus versos nus...
Vai, incendeia, rasga o dia...
Na alva das pétalas das virgens...
No perfume dos jasmins...
Apossa-te do lagar da brisa...
Que voeja no sussurro dos anjos...
Estarei parado no tempo...
Ao menos por um silencio...
A beber teu esplendor!
Poesia Marisa ZPS.
Aonde vai minha aurora...
De asas e mandíbulas novas,
Num riso complexo e preciso...
No fulgor de um orvalho que chora?
Aonde estende teu manto,
Teu álacre vestígio de luz
De braços abertos e constantes
Num novo raio seduz...
Na doçura de um olhar de encanto
Expulsando o perfume das flores...
No hálito puro das manhãs
No berço da terra nômade...
Que galopa na poeira rasante,
Das folhas secas e mutantes...
Gorjeia minha voz mirante...
Brami meus versos nus...
Vai, incendeia, rasga o dia...
Na alva das pétalas das virgens...
No perfume dos jasmins...
Apossa-te do lagar da brisa...
Que voeja no sussurro dos anjos...
Estarei parado no tempo...
Ao menos por um silencio...
A beber teu esplendor!
Poesia Marisa ZPS.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
SE
Se...
Se pudéssemos contar os grãos de areia do mar...
Os litros de água das lágrimas ainda a derramar...
As palavras soletradas pelos segundos das horas...
Os pensamentos guardados no arquivo do pensamento...
Há... De haver um lugar...
Para demolir o sofrimento...
Ferramentas guardadas a seres trabalhadas...
Feridas atadas com o doce dos porquês...
Sonhos rasgados e costurados encontros...
Adiados e reconstituídos...
Se pudéssemos aceitar-nos... Como somos...
Haveria uma luz florescente nos fundo do túnel...
Uma cicatriz que pudesse se apagar num único riso...
Uma esperança nas cartas da manga...
Se pudéssemos inventar... Um caminho novo para amar...
Sem atropelar as dúvidas... Seria possível desenhar...
Um perfume novo... Um abraço que quebrasse...
Da solidão os ossos... Mas somos humanos...
Ainda pequenos diante da grandiosidade do oceano...
Navegantes alunos com a certeza absoluta...
De que devemos insistir... Na batalha inexorável...
Que é continuar! E nos alegrarmos com a nova brisa do amanhã...
Com as vírgulas, com os pingos nos is...
E nos reconhecermos... No espelho do amadurecimento...
Seriamos como o orvalho, que mesmo dissipando...
Tem seu lugar no espaço... Seriamos realizados...
E muito mais feliz!
Poesia: Marisa ZPS
Se pudéssemos contar os grãos de areia do mar...
Os litros de água das lágrimas ainda a derramar...
As palavras soletradas pelos segundos das horas...
Os pensamentos guardados no arquivo do pensamento...
Há... De haver um lugar...
Para demolir o sofrimento...
Ferramentas guardadas a seres trabalhadas...
Feridas atadas com o doce dos porquês...
Sonhos rasgados e costurados encontros...
Adiados e reconstituídos...
Se pudéssemos aceitar-nos... Como somos...
Haveria uma luz florescente nos fundo do túnel...
Uma cicatriz que pudesse se apagar num único riso...
Uma esperança nas cartas da manga...
Se pudéssemos inventar... Um caminho novo para amar...
Sem atropelar as dúvidas... Seria possível desenhar...
Um perfume novo... Um abraço que quebrasse...
Da solidão os ossos... Mas somos humanos...
Ainda pequenos diante da grandiosidade do oceano...
Navegantes alunos com a certeza absoluta...
De que devemos insistir... Na batalha inexorável...
Que é continuar! E nos alegrarmos com a nova brisa do amanhã...
Com as vírgulas, com os pingos nos is...
E nos reconhecermos... No espelho do amadurecimento...
Seriamos como o orvalho, que mesmo dissipando...
Tem seu lugar no espaço... Seriamos realizados...
E muito mais feliz!
Poesia: Marisa ZPS
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
SOBRE O TAPETE
Sobre o tapete...
Hoje estou só...
Junto ao chinelo sobre o tapete
Descalça e sem medo
Da escuridão
Hoje estou só
Sem o peso da razão
Em meu pensamento
Somente o silencio
E o som do vento
A babujar
Somente eu e os sonhos
Dando-nos as mãos
Rindo de nossos erros
Fazendo cócegas nos segredos
Hoje eu me esqueci
Aqui deitada sobre o tapete
Com a luz apagada e sem presa nenhuma
De acordar...
Mas de repente, sobre mim...
Cai um pingo de você.
Hoje estou só...
Junto ao chinelo sobre o tapete
Descalça e sem medo
Da escuridão
Hoje estou só
Sem o peso da razão
Em meu pensamento
Somente o silencio
E o som do vento
A babujar
Somente eu e os sonhos
Dando-nos as mãos
Rindo de nossos erros
Fazendo cócegas nos segredos
Hoje eu me esqueci
Aqui deitada sobre o tapete
Com a luz apagada e sem presa nenhuma
De acordar...
Mas de repente, sobre mim...
Cai um pingo de você.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
VALORES
Valores
Estou sentada em tua sombra...
Sentindo teu perfume...
Com a boca escancarada de amor...
Sentindo a brisa da manhã...
Estou inteiramente derretida...
Em tua voz...
No abrigo de tua paz intensa...
Que silencia em mim...
Estou navegando em tua vida...
Desprovida de interesses...
Abrigando-me das chuvas...
Das cinzas que o vento espalhou...
No colo das horas...
No leito de sentimentos...
Presos em mim...
Estou perdida em riso...
Misturada em tua essência...
Em teus olhos grandes...
Que engolem meus segredos...
Mas tenho meus valores...
A bagagem cheia de dores...
E o elixir da experiência...
Que depois das chuvas...
Vem à bonança...
E a terra seca novamente...
Pra dar lugar as sementes...
Não há rosas sem espinhos...
Não há jardins sem folhas secas...
Estou encharcada de vida...
Mas ainda choro com os pingos...
Que pesam em mim.
Poesia Marisa ZPS.
Estou sentada em tua sombra...
Sentindo teu perfume...
Com a boca escancarada de amor...
Sentindo a brisa da manhã...
Estou inteiramente derretida...
Em tua voz...
No abrigo de tua paz intensa...
Que silencia em mim...
Estou navegando em tua vida...
Desprovida de interesses...
Abrigando-me das chuvas...
Das cinzas que o vento espalhou...
No colo das horas...
No leito de sentimentos...
Presos em mim...
Estou perdida em riso...
Misturada em tua essência...
Em teus olhos grandes...
Que engolem meus segredos...
Mas tenho meus valores...
A bagagem cheia de dores...
E o elixir da experiência...
Que depois das chuvas...
Vem à bonança...
E a terra seca novamente...
Pra dar lugar as sementes...
Não há rosas sem espinhos...
Não há jardins sem folhas secas...
Estou encharcada de vida...
Mas ainda choro com os pingos...
Que pesam em mim.
Poesia Marisa ZPS.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Comunicação...
A expressão contínua do sentimento... A língua que faísca a lógica...O espaço entre uma porta e outra... O diálogo franco da conquista...A harmonia disposta a ceder, enquanto o outro respira... A compreensão
destruindo a dúvida... A franqueza na lupa da consciência... A troca de experiências... A fala escancarando a língua... O riso e o silêncio postos a mesa... A duplicidade partilhada na busca... De palavras na pauta da música... Valsando a vida... O mapa da reflexão temperado com o doce e o sal... Sem pressa, sem gritos e sem procrastinação... O elo que vincula os verdadeiros irmãos.
A expressão contínua do sentimento... A língua que faísca a lógica...O espaço entre uma porta e outra... O diálogo franco da conquista...A harmonia disposta a ceder, enquanto o outro respira... A compreensão
destruindo a dúvida... A franqueza na lupa da consciência... A troca de experiências... A fala escancarando a língua... O riso e o silêncio postos a mesa... A duplicidade partilhada na busca... De palavras na pauta da música... Valsando a vida... O mapa da reflexão temperado com o doce e o sal... Sem pressa, sem gritos e sem procrastinação... O elo que vincula os verdadeiros irmãos.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
PARA REFLETIR
Extravase um sorriso... Um sorriso sem etiquetas... Sem maquiagem... Sem mistérios... Sem gravatas... Sem projetos... Sem medo do critério...Ainda é possível encontrar um espaço entre seus dentes largos... Causar um impacto em teu sentido... Pular o muro sem ficar ferido... Saltar como um gato no escuro... Em busca da felicidade... Extravase teu espírito... Deixe sangrar tua procura... Viaje no labirinto milagroso do futuro... Alicerce teus projetos nas linhas do tempo... Entregue a Deus teus sentimentos... Lave suas mãos e enxugue a lágrima... Corra enquanto há vaga... Em sua agenda... Pendure o ódio e a imprudência no cabide da justiça... Conquiste mais uma medalha de paciência... Investigue-se... Permita-se... Saltar mais alto que a perda... Ame... Mas ame intensamente... Do outro lado do planeta... Existe uma estrela... Para apagar tua tristeza... Eu uma alma gêmea... Disposta a curar suas feridas... Com a mesma seiva... Com a mesma fé... E o mesmo coração! A um passo de distancia existe um passaporte que te leva a Deus... E a um milésimo de segundo um encontro com seu próprio “Eu”. Se aceite! Marisa ZPS
Extravase um sorriso... Um sorriso sem etiquetas... Sem maquiagem... Sem mistérios... Sem gravatas... Sem projetos... Sem medo do critério...Ainda é possível encontrar um espaço entre seus dentes largos... Causar um impacto em teu sentido... Pular o muro sem ficar ferido... Saltar como um gato no escuro... Em busca da felicidade... Extravase teu espírito... Deixe sangrar tua procura... Viaje no labirinto milagroso do futuro... Alicerce teus projetos nas linhas do tempo... Entregue a Deus teus sentimentos... Lave suas mãos e enxugue a lágrima... Corra enquanto há vaga... Em sua agenda... Pendure o ódio e a imprudência no cabide da justiça... Conquiste mais uma medalha de paciência... Investigue-se... Permita-se... Saltar mais alto que a perda... Ame... Mas ame intensamente... Do outro lado do planeta... Existe uma estrela... Para apagar tua tristeza... Eu uma alma gêmea... Disposta a curar suas feridas... Com a mesma seiva... Com a mesma fé... E o mesmo coração! A um passo de distancia existe um passaporte que te leva a Deus... E a um milésimo de segundo um encontro com seu próprio “Eu”. Se aceite! Marisa ZPS
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
"FÉ"
"A fé é a expectativa certa de coisas esperadas, a demonstração evidente de realidades, embora não observadas"Hebreus 11:1
sábado, 13 de agosto de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
REFLEXÕES
Às vezes ficamos inertes vendo nossos planos sendo levados ao curso dos rios... Achamos até que estamos no mais triste abandono... Observando nossos sonhos viajando sem destino... Esquecendo-nos que lá no horizonte reluz o infinito... O conforto de Cristo... Talvez seja a hora de soltar nosso barquinho carregado de fé... Deixando os ventos soprarem pela correnteza nossas fraquezas... E acreditarmos que do outro lado da maré... Existe a força que precisamos para sobrevivermos... Simplesmente é necessário tão pouco do exterior e tanto do espírito para sermos feliz!..
sexta-feira, 17 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
O Retrato
O retrato
O retrato pedindo água...
Na estática Constancia da morte...
Sobre as grades de um horizonte,
Perdido numa janela falsa.
Pede-me ajuda,
Um flerte, uma palavra...
Mas, triste se retrai, se castiga.
Mostrando um riso doente,
Olha-me,
Pede-me,
Consola-me.
Às vezes, só eu e ele, e as horas...
Que não se comove ao ver em minha face,
Mais uma ruga que nasce.
No silêncio de quem já não está livre
Ouço uma súplica,
Mas não entendo sua língua...
Em foco,
Somente uma lembrança sobrevive:
Do ontem, que era par,
Do hoje, que agora é impar.
O retrato pedindo água...
Na estática Constancia da morte...
Sobre as grades de um horizonte,
Perdido numa janela falsa.
Pede-me ajuda,
Um flerte, uma palavra...
Mas, triste se retrai, se castiga.
Mostrando um riso doente,
Olha-me,
Pede-me,
Consola-me.
Às vezes, só eu e ele, e as horas...
Que não se comove ao ver em minha face,
Mais uma ruga que nasce.
No silêncio de quem já não está livre
Ouço uma súplica,
Mas não entendo sua língua...
Em foco,
Somente uma lembrança sobrevive:
Do ontem, que era par,
Do hoje, que agora é impar.
Ao Meu Amor.
Poema
Se eu passar em sua rua...
Apressada e nua...
Vestida de amor e perfumada...
Com tua sombra...
Não me chame de louca...
Nem de bandida...
Se eu passar em sua rua...
Calçada de palavras cruas...
Sem gosto e temperada com a solidão...
Ouça apenas o meu coração...
Embrulhado num sorriso...
Pedindo-lhe abrigo...
Perdido no som de tua voz...
Perdido... Em sua direção...
Apenas abrace-me com tua essência...
E permita-me repousar em tua boca...
Num beijo tímido de ternura.
Poesia Marisa ZPS
Se eu passar em sua rua...
Apressada e nua...
Vestida de amor e perfumada...
Com tua sombra...
Não me chame de louca...
Nem de bandida...
Se eu passar em sua rua...
Calçada de palavras cruas...
Sem gosto e temperada com a solidão...
Ouça apenas o meu coração...
Embrulhado num sorriso...
Pedindo-lhe abrigo...
Perdido no som de tua voz...
Perdido... Em sua direção...
Apenas abrace-me com tua essência...
E permita-me repousar em tua boca...
Num beijo tímido de ternura.
Poesia Marisa ZPS
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